terça-feira, 26 de junho de 2007

A Praça é Nossa ou Zorra Total?

É impressionante como o Bem por aí já faz parte do cotidiano de um grupo cada vez maior de leitores. Bastaram alguns dias sem postar e quase duas pessoas perceberam a ausência de novidades. Incrível.

"O problema aéreo é parte do preço do sucesso da economia".

O bom humor é do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, não existe caos nos aeroportos. Para completar sua aparente tentativa de atuar em programas humorísticos, Mantega concluiu que os problemas são causados pelo "aumento do fluxo de tráfego por causa da prosperidade do país".
Sua performance bem que merecia um convite para atuar na Praça é Nossa, ainda que a situação esteja mais para Zorra Total.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Altruísmo

S. m. 1. Amor ao próximo. 2. Desprendimento, abnegação.
Vocábulo pouco utilizado, tanto na grafia quanto na ação. Amplamente substituído por seu antônimo. O amor excessivo a si próprio, sem consideração aos interesses alheios. Egoísmo.

Sucesso absoluto

O Bem por aí chega hoje à histórica marca de uma semana no ar.
Não há como mensurar de forma exata a colossal audiência deste espaço, mas é com muita emoção (neste momento escorre uma lágrima do meu olho esquerdo) que gostaria de agradecer a todos vocês. A cada um dos quase 6 leitores (já contando comigo, claro) fica aqui meu muito obrigado e o compromisso de continuar fazendo do Bem por aí o berço das conjecturas e opiniões menos relevantes da internet.

terça-feira, 19 de junho de 2007

O filósofo, o magnânimo e a Síndrome da Convicção Temporária

O filósofo é Mangabeira Unger que acaba de assumir a recém criada Secretaria de Planejamento de Longo Prazo. Em seu discurso de posse Mangabeira afirmou que Lula teve "magnanimidade" ao convidá-lo para o cargo depois das duras críticas que fez ao seu governo.

Voltemos então a 2005.

Em artigo publicado na Folha de São Paulo o filósofo (que é filiado ao PRB) pede o impeachment de Lula e esbraveja entre outras coisas que: "Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional".

Sob sua própria ótica portanto, Mangabeira aceita hoje fazer parte do "governo mais corrupto de nossa história nacional". Mais do que isso. O presidente que até então deveria ser impedido de governar passa a ser reconhecido por sua generosidade.

Aparentemente o filósofo que agora ostenta status de ministro foi vítima do que resolvi chamar de Síndrome da Convicção Temporária. Esse mecanismo é bastante comum na sociedade brasileira, mas nada se compara à sua atuação na política.

O processo é simples. O indivíduo aparece com opiniões e críticas fortes ao governo (Federal, Estadual. Não importa.) Os ataques podem ser sinceros ou não (isso também não importa). O importante é que ele demonstre convicção e diga tudo o que a sociedade gostaria de gritar.

A segunda fase é o momento em que o autor da crítica passa a fazer parte do governo. As críticas não existem mais. E a convicção? Era temporária.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

No Morumbi

Inspirada pela façanha de Romário, a defesa do Vasco continua tentando levar Silvio Luis à marca dos 1.000 gols (já sofreu meia dúzia nos últimos dois jogos). Mas o goleiro fez boas defesas e garantiu a derrota por apenas 2x0 para o São Paulo (dois gols de Borges). Em bom carioquês: o tricolor poderia ter esculachado.

Recordes

Com o oitavo lugar em Indianápolis, Sebastian Vettel tornou-se o mais jovem piloto a pontuar na F-1. E provavelmente, o mais feio.



Lá na frente, Hamilton largou em primeiro e chegou em primeiro. Alonso saiu em segundo e chegou em segundo. Massa partiu em terceiro e chegou em terceiro. Raikkonen foi o quarto no grid e (adivinha!) chegou em quarto.

Falando em F-1

E no GP dos Estados Unidos, Lewis Hamilton estreou novo apelido. Depois de ser chamado de Robinho, o líder do campeonato agora é o Fenômeno. Com mais uma vitória deve passar a ser chamado de Ronaldinho Gaúcho. Se for campeão, Pelé.

sábado, 16 de junho de 2007

Não é bem por aí

O acidente de Robert Kubica chamou atenção para a evolução da segurança na F-1 e no atomobilismo em geral. Em qualquer outra época, o violentíssimo impacto no muro poderia ter tirado a vida do piloto polonês, que saiu praticamente ileso.

A célula de sobrevivência cumpriu sua função e justifica quase todos os elogios. O que não se pode fazer é supervalorizar sua atuação.
Gostaria de acreditar no que disseram os comentaristas mais afoitos, porém essa estrutura (assim como as de 1994) não é indestrutível.

Com um pouco menos de sorte, Kubica poderia ter sobrevivido, mas com certeza não sairia andando do hospital.


Se pega no joanete...


Cuidado, Massa!



Não é só na F-1 que a Ferrari vem se complicando. O exemplar da foto se espatifou na Marginal Pinheiros. Segundo testemunhas, o brinquedo entrou na marginal a 200 km/h.
Os entrevistados estavam munidos de radares eletrônicos portáteis. Eu mesmo não saio de casa sem o meu.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Um pouco de tudo, de nada e mais algumas coisas.

Antes de criar este blog me perguntei repetidas vezes o que iria colocar aqui. Sobre o que gostaria de escrever? Precisava de uma boa resposta. Então refleti, pensei muito (sim, eu penso) e finalmente encontrei a resposta:
Não faço a menor idéia.
Então que venham os assuntos. Esporte, política, cinema, arte, sexo, televisão, propaganda. Enfim, pode ser qualquer coisa. Aliás, pode ser que eu escreva todos os dias ou não. A hora que der vontade de agredir o teclado, teremos (no plural porque pode ser que alguém leia) um post.
Tudo bem, você deve estar pensando que isso aqui vai ser uma bagunça, não é?
É, é bem por aí.